continuação das 50 dicas

35>>>ABUSE DO YOUTUBE

36>>>PENSE NO FLICKR
No final do ano passado, a fabricante de automóveis Troller, da Ford, optou por uma nova estratégia de atração de internautas para sua página na internet: a utilização do Flickr, site de compartilhamento de fotos, para divulgar imagens de ralis e de carros. Um mês depois, o número de visitantes novos havia aumentado 15% e o número de page views crescera 80%. "Pensamos na ferramenta para trazer as pessoas do Flickr para o nosso site", diz Thiago Chan, analista de marketing da empresa

37>>>DESENVOLVA UM SITE PARA CELULAR
O Brasil fechou o mês de abril com 154,6 milhões de celulares e uma densidade de 80,98 aparelhos por grupo de 100 habitantes. Desse total, existem 4,95 milhões de celulares 3G, de acordo com dados de abril da consultoria Teleco. Diante desses números, os grandes portais já desenvolveram sites específicos para serem acessados do celular, mas, com a base de smart phones que o Brasil tem, torna-se viável para pequenas e médias empresas. Segundo Juliana Constantino, da agência Click , os custos de produção são menores para desenvolver um site para celular

38>>>MANDE NEWSLETTERS E E-MAILMARKETING
Na hora de efetuar uma compra na loja virtual Calumax, o consumidor escolhe se gostaria de receber ou não uma newsletter com ofertas. Hoje, cerca de 30 mil pessoas recebem o boletim cada vez que a empresa decide fazer promoções. "Desse total, 25% interagem com o nosso site", explica Lucas Dorador, gerente comercial da Calumax. Segundo Raquel Horta, da Mapa Digital, usar newsletter ou e-mailmarketing para atrair usuários exige cuidados. É preciso que seja de fato uma informação relevante. "Não se pode ficar lotando a caixa de e-mails das pessoas com qualquer coisa", alerta. dica: www.br.omb100.com/?ref=W3841807H

39>>>EXPLORE A PÁGINA DE CADASTRO
Se a intenção é vender pela rede, uma ficha de cadastro é necessária. Mas registrar dados de visitantes pode também ser uma ferramenta interessante para fazer um banco de dados e, posteriormente, utilizá-lo em estratégias de divulgação. De acordo com Pedro Caldas, sócio-diretor da Full Haus, o usuário do site precisa ter a possibilidade de se cadastrar sem precisar comprar, mas nunca se deve exigir informações para ter acesso ao conteúdo. "Isso espanta as pessoas", diz Caldas.

40>>>DIVULGUE CLIENTES SATISFEITOS
Não são poucas as vezes que Leandro Pereira da Silva, diretor da Visto Brasil, empresa especializada na regularização de estrangeiros no Brasil, ouviu de um cliente que a decisão em optar pelos serviços da empresa foi baseada nas referências disponibilizadas no site. "É sempre saudável apresentar casos de sucesso. Colocamos no nosso site depoimentos de antigos clientes. Isso sempre serve de indicação para os futuros interessados", explica Silva, que afirma já ter conseguido fechar negócios por conta desse tipo de divulgação

41>>>BRINQUE COM VÁRIOS DOMÍNIOS
Uma boa alternativa para impulsionar os acessos do seu site é a criação de páginas com funções específicas. Além do site institucional, a empresa pode brincar com páginas promocionais, com novos domínios. "Trata-se de uma ferramenta de marketing muito empregada pelas grandes empresas, mas que pode ser usada também pelas pequenas e médias", conta Erica Saito, gerente regional de estratégia de negócios da VeriSign no Brasil, operadora dos registros para domínios .com e .net mundialmente. Hoje, o preço do registro de um domínio varia de R$ 5 a R$ 20

42>>>DÊ UMA TWITTADA
No início de junho, a construtora e incorporadora Tecnisa vendeu um apartamento na zona oeste de São Paulo por R$ 500 mil. O que era para ser apenas mais um negócio fechado virou notícia no Brasil inteiro: é que a Tecnisa fez a transação pelo Twitter, rede social para microblogging. O comprador, um gerente de tecnologia de uma empresa não identificada, seguia a empresa pelo site desde janeiro e aproveitou uma promoção que também oferecia R$ 2 mil em vale-compras, além de armários planejados para os quartos e a cozinha. "É importante linkar as pessoas seguidoras no Twitter para o blog ou site da empresa", afirma Pablo Caldas, da Full Haus

43>>>COMPRE LINKS PATROCINADOS
A Rezende Souza, empresa de gerenciamento de consórcios fundada em 1999, utilizou até 2005 duas formas para divulgar e vender cotas de consórcio: por meio do site e pelas concessionárias. A partir de então, toda a divulgação passou a ser feita na internet, com os links patrocinados do Google. Segundo Regina Rezende, sócia da empresa, enquanto nas concessionárias a venda média ficava em 30 cotas por mês, hoje, com a ajuda do Google, a média é de 250 cotas mensais. Os custos variam e dificilmente ultrapassam R$ 10 por clique

44>>>REPITA AS PALAVRAS QUE INTERESSAM
Para aparecer entre os primeiros resultados da busca orgânica do Google, a escolha das palavras dos textos é fundamental. No caso de Roberto Karam, sócio da La Passione Doces, repetir as palavras "doce" e "casamento" foi fundamental para figurar bem no site de busca. Apesar de ser tentadora a oportunidade de aparecer entre os primeiros, a qualidade do texto não deve ser deixada em segundo plano. "É preciso buscar uma forma de repetir as palavras sem afetar a qualidade do texto", alerta Alexandre Nucci Soncini, da agência WX7

Regina e Rubens Rezende são sócios da Rezende Santos, empresa de representação de consórcios. Cada uma das fabricantes de automóveis que eles representam exige um site específico para a marca. Além disso, a empresa também tem sites para vender linhas de bancos e casas. No total, a dupla gerencia seis sites. Os dois com maior demanda ficam com Rubens e os outros quatro com Regina. Prestes a fechar contrato com mais uma indústria automotiva, o casal se prepara para contratar uma pessoa que deverá administrar o sétimo site, já que não será possível acumular mais uma função. "Os sites precisam ser profissionais. Qualquer traço de amadorismo afasta os consumidores", alerta Regina

45>>>TENHA ESTRUTURA

46>>>ESTABELEÇA UMA PLATAFORMA DE VENDA
Para ter um bom site de vendas, a empresa pode optar por criar ou alugar uma plataforma. O site da loja virtual Calumax, por exemplo, optou inicialmente pelo aluguel. Como o preço varia de acordo com o número de ofertas na loja e page views, a empresa - que atualmente possui 300 opções de produtos e paga cerca de R$ 1 mil por mês - decidiu desenvolver sua própria plataforma este ano. "Vai ser um investimento a longo prazo", diz Lucas Dorador, gerente comercial da Calumax, que vai gastar cerca de R$ 10 mil no projeto. No entanto, dependendo do tamanho e dos recursos utilizados, a plataforma pode sair por até R$ 70 mil

dicadeumamigo: www.br.omb100.com/?ref=W3841807H

47>>>DIVIDA O SITE EM TRÊS MÁQUINAS
Se o seu objetivo é ter um site de vendas, o indicado é ter três máquinas para hospedar a sua página, segundo Adriano Filadoro, consultor de tecnologia de informação especializado em segurança e diretor da Online Brasil. Uma delas será utilizada como banco de dados, para gravar as informações; a segunda será utilizada para rodar o programa de e-commerce; e a terceira ficará com o servidor das páginas. "Dividir a aplicação em camadas é a melhor forma de ampliar a segurança do seu site", diz Filadoro

48>>>ADOTE O PADRÃO W3C
Na hora de escolher uma agência para desenvolver seu site, certifique-se de que a empresa trabalha com código validado pelo órgão internacional W3C, que regulamenta e padroniza os códigos. Assim, seu site funcionará em todos os navegadores disponíveis. Caso a empresa desenvolva o site com códigos "sujos", a navegabilidade pode ser comprometida em determinados browsers

49>>>ATUALIZE O SISTEMA
De acordo com o consultor Adriano Filadoro, é muito importante trabalhar sempre com as últimas versões dos sistemas operacionais e dos aplicativos. Uma hora fora do ar pode representar diversos clientes a menos. "Hoje em dia, todo mundo procura as empresas pelo Google. Se o consumidor tentar acessar um link e estiver fora do ar, automaticamente ele clica no de baixo e nunca mais volta", alerta Filadoro

50>>>CONTRATE UM BOM FIREWALL
Para melhorar a segurança do seu site, é indispensável ter um bom sistema de firewall, segundo o consultor Adriano Filadoro. Bons sistemas custam de R$ 1 mil a R$ 100 mil anualmente e necessitam de atualizações diárias. "Ter um bom firewall é como ter um guarda na porta do site", compara Filadoro

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